Braima Camaré, jornalista guineense, contou à TVI que neste momento «a situação está sob controlo». Um comunicado emitido pelo Estado-Maior refere que «entre os militares não podia haver uma fractura».

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O assassinato do presidente Nino Vieira foi assim uma retaliação do ataque ao General Taigmé Na Waié, também ele assassinado na sequência de um atentado à bomba. Segundo Braima Camaré, para os oficiais militares fiéis a Taigmé Na Waié «o Presidente não podia estar vivo e o General morto».

Apesar da dúvida permanecer no ar, a hipótese de golpe de estado foi descartada. De forma a fazer uma avaliação precisa da situação política que se vive no país, chegou esta segunda-feira, a Bissau, uma missão da Comunidades dos Países de Língua Portuguesa.