BES: «Não encostei uma pistola à cabeça de ninguém»

«Fala-se do buraco, do buraco, do buraco no meu mandato... Apresentem-me números». Ano e meio depois de sair, ex-presidente do BESA diz que a carteira de crédito cresceu ainda mais, com outros a liderar o banco. Quanto à garantia do Estado angolano, afirma que caiu por culpa do Banco de Portugal. Já sobre os créditos em si, assume a responsabilidade por tê-los pedido, mas quem autorizou foi o BES: «Não encostei uma pistola à cabeça de ninguém». Há alguma contradição nas suas explicações sobre onde é que, afinal, pára o dinheiro dos polémicos créditos que desapareceram


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