Num dia em que a marcha lenta dos taxistas contra a Uber domina as atenções da comunicação social, a visada pelos protestos mantém-se em silêncio.

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Depois de muito ativa, nas redes sociais, nos dias que antecederam a manifestação dos rivais dos transportes, o último post da Uber, no Twitter, tem data de quinta-feira.

“Uber” está, no entanto, entre as palavras mais pesquisadas no Google e nos Trends do Twitter, esta sexta-feira.

Enquanto os taxistas criticam o serviço concorrente na comunicação social, ao longo de uma marcha lenta de mais de quatro horas por Lisboa, até ao Parlamento, para serem recebidos pelos deputados, a “defesa” da Uber, que permite chamar um carro descaracterizado com motorista privado através de uma plataforma informática, é feita nas redes sociais.

 

 

 

 

 

 

No Aeroporto de Lisboa, uma das maiores praças de táxis, quem chega ao país não consegue apanhar um táxi. 

 

Será possível a convivência entre os dois serviços? Para os internautas, parece que sim.