Este é o King Kong da HiSense. A marca chinesa é praticamente desconhecida em Portugal, mas aqui ao lado é conhecida por causa das televisões 4K. E agora, também por causa deste telemóvel e das demonstrações estapafúrdias que o acompanham para provar que resiste ao pó, à água e aos mais horríveis choques. Vale tudo: bolas de ferro, partir nozes e conchas com o ecrã, abrir melancias, despachá-lo escadarias abaixo.

Não é nada de deitar fora (5 polegadas, quad core, sem Full HD, mas é dual sim e tem uma câmara de 8 megapixeis e uma bateria de 3 mil miliamperes,). Tem protecções laterais, um revestimento que imita pele, couro cosido. Bom aspecto.
 
Os chineses estão a aprender depressa o que querem deles. Cerca de dez por cento das empresas presentes neste Mobile World Congress eram chinesas, precisamente. E já não estavam aqui para aquilo a que nos habituámos. Muitas destas máquinas já são uma enorme surpresa.
 
Na verdade longe vai o tempo em que os chineses não eram levados muito a sério neste tipo de eventos. Cada vez mais são incontornáveis. Este é o pavilhão da China, muitas lojas, muitas empresas. Toda a gente quer saber o que andam a fazer.

Um telemóvel no mundo ocidental normal dura 269 dias. depois temos de comprar um novo. no mundo chinês dura dois anos.

E é por isso que o produto chinês que encontramos por aqui, por toda a parte, é tão barato. Os telemóveis deles rentabilizam-se em dois anos. Os nossos tem 269 dias para o fazer.
 
«Deles» e «nossos», é como quem diz, né? Os «nossos» basicamente são feitos… «lá».

Por exemplo, isto são máquinas brancas. A TVI, eu próprio podia ter uma marca de telemóveis. Comprava um destes, pronto a comercializar. É só gravar um nome. Há de todos os tamanhos e feitios. Dependendo das quantidades, ficam por menos de 30 euros. Não andam assim tão longe do que se vê por ali pelos outros stands.

VEJA MAIS EM NXT - O PRÓXIMO SÁBADO