«Este é o exemplo perfeito de que os microrganismos “inócuos” podem afetar o nosso comportamento e cérebro», explicou Robert Yolken, um virologista que liderou o estudo original.

«Muitas das diferenças psicológicas entre a pessoa A e a pessoa B estão codificadas nos pares de genes que elas herdam dos pais, no entanto algumas destas diferenças são despoletadas por vários microrganismos que armazenamos e a forma como eles interagem com os nossos genes», explicou.




Proceedings of the National Academy of Sciences