As redes sociais, abertas a todos, podem esconder grandes perigos, com a requisição de membros para grupos extremistas e o planeamento de ataques terroristas.

O último exemplo de que há conhecimento prende-se com o grupo islâmico somali, al-Shabab, que assumiu a autoria do ataque ao centro comercial de Nairobi, no Quénia, que tirou a vida a mais de 60 pessoas.

O «USA Today» revela que 20 por cento dos membros deste grupo extremista foram recrutados nas redes sociais.

Os ataques terroristas apanham tudo e todos de surpresa, mas são, muitas vezes, orquestrados «às claras», com recurso a palavras em código. Por exemplo, «biscoito» pode significar arma; «comida» traduz-se em balas; e «ir dormir cedo» pode querer dizer matar.