Investigadores de uma universidade chinesa ligada às Forças Armadas desenharam um robô-polícia capaz de deter ou de atacar suspeitos e que os seus criadores esperam que seja desde já usado como vigilante em colégios, aeroportos ou dependências bancárias.

Esta versão chinesa da personagem "Robocop" chama-se AnBot (“an” significa “segurança” em mandarim), foi desenvolvida pela Universidade de Tecnologia para a Defesa em Changsha, na província de Hunam (centro), e apresentada numa exposição tecnológica recente em Chongqing, outra cidade no centro do país, informa hoje o diário South China Morning Post.

Com aspeto pouco ameaçador, o AnBot é capaz de procurar explosivos, armas e estupefacientes, sujeitar detidos com uma garra metálica ou mesmo imobiliza-los com uma descarga de corrente elétrica.