“Quem dita o efeito anti-tumoral é a nanoestrutura, que interage com proteínas que estão no sangue e no abdómen, local escolhido para a aplicação. Essas proteínas chegam até à célula tumoral e isso, somado ao efeito do fármaco, faz com que obtenhamos um efeito muito significativo”, explicou Wagner José Fávaro, professor do IB e um dos responsáveis pelo desenvolvimento da tecnologia.