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“O risco aumenta quando as mulheres apresentam queixa” e quando os suspeitos começam a ser notificados para interrogatório na PSP ou para depor em tribunal, indica ao Público Daniel Cotrim, psicólogo da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV).

“Gerir o risco é promover a proteção, Quando as pessoas apresentam queixa, imediatamente deviam ser referenciadas por uma organização de apoio à vítima que pudesse reforçar a sua proteção”, acrescenta, lamentando que estas mulheres continuem a ter dificuldades em ser ouvidas pela Justiça e defendendo que a situação deveria ser gerida de outra forma pelas autoridades.