«Queremos garantias de que está a laborar de forma correta. Queremos ter acessos aos relatórios de atividade para poder comprovar estão a cumprir a legislação», apontou um morador que vive a apenas 200 metros da ADP.

«Não queremos viver toda a vida com a fábrica ao pé de casa. Não dizemos que é necessário encerrar já a ADP, mas defendemos que haja um plano gradual de transição e que no futuro possa ser deslocalizada», sublinhou após admitir um dos objetivos de médio prazo.


«De há uns três, quatro anos para cá notávamos que a ADP emitia um fumo laranja que nos sujava as varandas e a roupa. Com esta notícia da legionella percebemos que isto é muito grave e já não é uma questão de nos sujar ou não a roupa», afirmou em declarações à agência Lusa.

«Trabalho desde os 14 anos e esta é a primeira vez que estive de baixa. Estive internada apenas quatro dias, mas ainda me sinto debilitada», contou Cristina Monteiro.

que consiga alguma coisa».

«Para perder tempo e dinheiro? O mais provável é não ter direito a nada», justificou.