Várias centenas de pessoas, entre as quais o ministro da Administração Interna, assistiram esta terça-feira, na Aldeia de Santo André, concelho de Santiago do Cacém, ao funeral do militar da GNR abatido no sábado no Pinhal Novo.

Bruno Chaínho foi atingido mortalmente à chegada ao restaurante «O Refúgio», depois de um alerta dos familiares do proprietário que foram sequestrados durante algum tempo no interior do estabelecimento, por um imigrante moldavo, de 58 anos, munido de armas de fogo e granadas.

As cerimónias fúnebres começaram cerca das 14:00, na igreja da Aldeia de Santo André, de onde o militar era natural, tendo seguido depois em cortejo a pé para o cemitério, a poucas centenas de metros.

Familiares, amigos, populares e elementos da GNR, bem como o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, autarcas e outras autoridades prestaram a última homenagem a Bruno Chaínho.

O jovem militar foi baleado no sábado à noite pelo sequestrador, após a intervenção da sua patrulha, a primeira a chegar ao local, ter permitido a libertação da mulher e da filha do proprietário do restaurante.

O incidente só foi resolvido às 5:15 da madrugada de domingo, com uma intervenção tático-policial da GNR que culminou com a morte do sequestrador, depois de uma troca de tiros com elementos do Grupo de Operações Especiais da GNR.