Os pais das vítimas do meco acreditam que o processo não vai ser arquivado. É a esperança deixada ao fim de três dias de audições do Ministério Público. A mãe de Carina Sanchez foi a última familiar das vítimas a ser ouvida no tribunal de Almada. Chegou por volta das duas da tarde, mas só começou a ser ouvida a partir das seis.

Cinco horas de inquirição e Maria Assunção Horta sai com uma convicção: o processo não pode ser arquivado. Durante três dias, os pais das vítimas foram ouvidos no tribunal de Almada. Já tinham sido ouvidos pela polícia judiciária.

As diligências foram sempre acompanhadas pelo advogado das vítimas, que lembra, que esta fase de inquérito não serve para condenar ninguém.

O caso da morte dos estudantes está em segredo de justiça e nos próximos dias vão ser realizadas novas diligências.

Quase quatro meses depois e ainda ninguém sabe ao certo o que aconteceu na praia do Moinho de Baixo, no Meco, onde seis estudantes universitários perderam a vida.