Fátima Negrão, mãe de Pedro Tito Negrão, foi a única das mães presentes na missa de homenagem aos jovens falecidos no Meco organizada pela Universidade Lusófona. Cerca de meia centena de pessoas participou na missa.

Questionada porque é que os outros pais não se encontravam na cerimónia, Fátima Negrão afirmou que «cada um age como entende» e que a não presença de outros familiares se poderá dever ao facto de serem de longe e sobre o caso da morte dos jovens, todos pertencentes à comissão de praxes da Universidade.

«A maioria das famílias são de longe, nós temos a sorte de ser um bocadinho de mais perto e aceitamos o convite por parte do senhor padre, que foi quem fez a missa de corpo presente do meu filho», afirmou.

Sobre o facto de o convite para a missa ter sido feito por «carta registada com aviso de receção», a mãe de Pedro Tito Negrão afirmou que «não se pode criticar, é uma forma de entrar em contacto», revelando que esta foi a segunda vez que a universidade entrou em contacto com a família, «sempre por via escrita».

A Universidade Lusófona marcou para esta sexta-feira uma missa em memória dos seis jovens, mas alguns familiares disseram que não vão comparecer. As famílias foram convidadas, na semana passada, a estar presentes na cerimónia religiosa que será celebrada na Igreja da Paróquia do Campo Grande.