A empregada de limpeza da casa alugada em Aiana de Cima identificou um outro «Honoris Dux» da Universidade Lusófona como sendo a oitava pessoa que terá estado naquele fim de semana no Meco, em dezembro, em que morreram seis universitários. João Gouveia, também «Honoris Dux», foi o único sobrevivente.

É a segunda testemunha que a investigação da TVI localiza a identificar o mesmo «Dux». No entanto, segundo foi possível apurar, a polícia não fez perguntas sobre este indivíduo.

A TVI apurou, também, que as perícias efetuadas pela polícia científica naquela casa, quase dois meses depois da tragédia, muito provavelmente não irão dar em nada, apesar de terem sido detetados vestígios considerados relevantes do ponto de vista forense.