O menino de 18 meses que esteve desaparecido quase três dias na Madeira vai para casa dos pais quando sair do hospital do Funchal, o que deverá acontecer esta sexta-feira.

Segundo apurou a TVI, a Segurança Social não tem qualquer queixa contra a família e não vai intervir a não ser que surja um mandado judicial nas próximas horas.

A criança será, portanto, entregue à mãe e voltará para a casa que os pais partilham com os avós e outros familiares.

Fontes ligadas ao processo informaram a TVI que a Polícia Judiciária está «praticamente na estaca zero», sem um «fio condutor» sobre o que terá acontecido ao bebé de 18 meses.



O presidente do Serviço Regional de Saúde da Madeira adiantou que os elementos recolhidos nas análises e observação feita pela equipa médica constam do relatório efetuado e entregue à Polícia Judiciária.

Por outro lado, os médicos «têm indicação de que quando a criança tiver alta clínica têm de comunicar». «Nessa altura, vou perguntar ao Ministério Público se há alguma limitação que contraindique que seja entregue aos pais», disse Miguel Ferreira, sustentando que se não houver qualquer instrução contrária terá «alta como qualquer paciente».

De acordo com fontes hospitalares, a criança tem as faces rosadas devido a queimaduras ligeiras provocadas pelo frio, tal como fadiga muscular e, por isso, deverá permanecer no hospital do Funchal até sexta-feira.