“A informação que nós temos é que 102 alunos decidiram face á notificação de que havia falhas nas suas certificações decidiram regressar à universidade para completar os seus cursos. Isso é uma notícia que mostra que essas pessoas estão interessadas em suprir essas falhas”, disse o ministro da Educação, Nuno Crato aos jornalistas.

 

 

O tema levou a que a Inspeção-Geral da Educação passasse a Universidade Lusófona a ‘pente fino’ e o ministério de Nuno Crato tivesse decidido anular 152 certificados.

 

Nuno Crato diz desconhecer os nomes que constam dessa lista.