«Ninguém escapa do conflito, mas os partidos da maioria prometem um novo ciclo de paz e amor. Bem podem deitar as barbas de molho. A legítima decisão presidencial de manter um governo há muito ilegítimo tem os dias contados. E não adianta vender o desgaste (breve) do PS, pois a tirania fiscal do PSD ou a austeridade madrasta do CDS continuam...»