na presença da filha do casal





"Estava cego, foi um ato tresloucado, não premeditado. Usou o álcool de forma irracional, sem ter noção do que estava a fazer", esgrimiu, para considerar que o arguido deverá ser condenado por ofensas à integridade físicas, agravadas pelo resultado morte.












"Chamadas e mensagens ao fim de semana penso que não é trabalho. Fiquei quase com a certeza de que ela tinha outro alguém", acrescentou.