“A verdade é que a maior parte das vítimas do tráfico de seres humanos, que são sinalizadas e acolhidas em Portugal para exploração laboral, vêm de países dentro do espaço europeu, como a Roménia e a Bulgária”, adiantou.














“Sempre que identificamos estas situações faz-se um reforço financeiro para que as casas não percam nunca a capacidade de continuar a apoiar as mulheres que entram e saem dessas instituições”, sublinhou Teresa Morais, explicando que este controlo se faz trimestralmente.