«Somos quase 50 nestas condições. Fomos colocados em setembro, destacados no início do outubro. Mas ainda não nos disseram quando é que podemos partir», disse à Lusa uma das professoras, contratada na zona centro de Portugal e que pediu para não ser identificada.

É o segundo ano consecutivo de atrasos no envio, pelo Ministério da Educação português, dos professores para Timor-Leste, no âmbito do protocolo que prevê o destacamento de docentes em onze escolas de referência - e mais duas que devem ser abertas este ano.

 O Ministério da Educação justificou esta segunda-feira à Lusa o atraso no envio de professores para Timor-Leste com a recente remodelação governamental naquele país, apontando o mês de março como data provável para a deslocação dos docentes.