“O anterior Governo e o anterior ministro viveu num estado de negação permanente ocultando a verdade. E diante das informações que lhe eram feitas chegar, relativamente ao funcionamento e à reestruturação das urgências, nunca tomou posições claras sobre isto”, acusou.

“O [anterior] ministro da Saúde adotou um critério de cortes cegos, sem rei nem roque, sem qualquer justificação e é o principal responsável, quanto a mim, pelo estado a que chegou o Serviço Nacional de Saúde em Portugal”, acrescentou.