“No final deste ano ficamos sem financiamento e a partir de janeiro oito instituições operantes na área do VIH, 10 projetos no total, ficam a descoberto em termos de financiamento. Estamos a falar de pessoas em situação de elevada dependência, que precisam de apoio domiciliário diário, estamos a falar de uma unidade residencial que tem pessoas acamadas e nós não sabemos em janeiro o que havemos de fazer nem com os utentes nem com os funcionários destes projetos”, desabafou Gonçalo Lobo.














“Não é possível continuar neste funcionamento de todos os anos não sabermos qual a continuidade para o ano que vem. Depois, passados quatro anos não sabemos o que fazer aos utentes, e estamos a falar de pessoas que já estão connosco há 15 anos. É impensável não continuarmos com estas pessoas e não sabemos como vão ser absorvidas pelo sistema, se elas têm sequer enquadramento”, afirmou o responsável da Abraço.









Ministro quer ultrapassar constrangimento no apoio aos doentes