O presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT), Fernando Macário, disse à agência Lusa que o rim lidera largamente, em Portugal, o número de transplantes de órgãos, área em que o país está acima da média europeia.

No entanto, o médico reconhece que a principal dificuldade reside no número de órgãos insuficientes para os doentes necessitados, que têm uma espera em diálise entre quatro a cinco anos.

"A nossa taxa de recolha de órgãos por milhão de habitantes está nos 28, mas já esteve melhor, nos 31, em 2009, em que tínhamos o segundo lugar europeu na taxa de colheita e éramos os primeiros na transplantação", sublinhou Fernando Macário.