que perderam a vida depois de terem sido arrastados por uma onda



as mortes terem ocorrido no contexto de uma praxe académicao Ministério Público (MP) já recusou quando arquivou o inquéritocontradições nas conclusões da investigação





Os jovens tinham sido vistos a ir para a praia vestidos com o traje académicoapenas João Gouveia teria levado o telemóvel consigo

um fim de semana do Conselho de Praxeonde terão acontecido rituais violentos

asseguraram ter visto os estudantes a rastejar com pedras

O único sobrevivente garantiu às autoridades que não houve qualquer ritual académico naquela noite de dezembro

o MP de Almada concluiu, a 25 de julho, que tudo não passou de um acidente



o arquivamento do inquérito passou pela descredibilização de todas as testemunhas
 

 «O que é que estas testemunhas teriam a ganhar em dizer seja o que for que não fosse a verdade?», questionou o advogado.








as famílias acreditam que João Gouveia poderá ter fugido da praia e regressado, mais tarde, para simular uma situação de pré-afogamento.





a roupa que João Gouveia usava na noite fatídica foi entregue à Polícia Judiciária três meses depois da tragédia ainda molhada
 

«Qualquer pessoa normal, sem estar nas lides da investigação criminal percebe que ao fim de três meses não há roupa nenhuma que se mantenha molhada», questionou o advogado Vítor Parente Ribeiro.



O que aconteceu afinal naquela madrugada de 15 de dezembro? Por que estavam os jovens estudantes trajados no areal do Meco? Por que deixaram os telemóveis em casa?



o processo foi reaberto a 15 de outubro


Recorde os principais acontecimentos do caso Meco, através da cronologia.