Por: Redacção | 23- 11- 2009 21: 23
O efeito CSI, tem levado muita gente a envolver-se num mundo imaginário de aventura e magia. Em Portugal, o laboratório
da Policia Cientifica tem combatido esta ideia. Nenhum crime se resolve num dia, com super-policias a recolherem vestígios,
fazerem os respectivos testes e por fim prenderem o criminoso.
VEJA A REPORTAGEM
No «Repórter TVI» denominado «CSI: Portugal», a jornalista Brigitte
Martins (com imagem de Gonçalo Prego e montagem de Miguel Freitas) apresenta vários casos, revelando que Policia Forense só
entra em acção quando chamada pela investigação da Polícia Judiciária. É um mundo minucioso e com regras que têm de ser levadas
ao limite.
São casos como a do cabo Costa, um reformado da GNR, que assassinou 3 jovens entre os 17 e 18 anos, que
levam trabalho a esta polícia. Analisam os vestígios dos crimes cometidos por um Psicopata e serial killer.
Também
no caso do assalto a um balcão do BES, em Lisboa, o papel da polícia científica foi importante para reunir provas. Sempre
que uma arma de fogo está envolvida num crime, vai parar à balística do laboratório da polícia científica.
VEJA A REPORTAGEM
Nesta reportagem, também pode conhecer melhor o caso de Maria das Dores, que chocou o «jet set» nacional, ou do estripador
de Lisboa, um serial killer que assustou a Capital na década de 90.
Portugal tem uma das melhores policias
europeias, estando já ao nível de países como a Alemanha. Tem a tecnologia e os conhecimentos todos, mas tem muito menos equipamento.
A verdade é que o chamado efeito CSI abriu um mundo novo para o homem comum não só o da fantasia e ilusão, mas também a ciência,
ao seu mais alto nível, ao serviço da polícia.
As palavras vestígio e contaminação passaram a fazer parte do léxico
de muita gente, mas pouca gente saberá que o laboratório existe já há 50 anos, e obviamente em constante evolução.
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