«Vários tipos de maltrato na infância não são detetados pelas Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ), mesmo quando as crianças são sinalizadas» por estes organismos, conclui o estudo de doutoramento realizado na Universidade do Minho, Escola de Psicologia.








«O que verificámos foi que o acordo entre aquilo que os jovens relatam em termos de experiências adversas e a informação que constava nos processos é muito baixo (17%)», adiantou Ricardo Pinto.


















«Muitas vezes têm receio de contar o que se passa por vergonha ou porque são ameaçados pelos agressores”, mais um fator que “dificulta o trabalho do técnico a encontrar a verdade», cita a Lusa.