«Queríamos que este ano pudéssemos ter dois efeitos em que fossemos melhores [do que nos anos anteriores]: diminuir o risco infecioso, através da vacinação dos profissionais e relembrando a etiqueta respiratória, e criando condições para que os hospitais estejam mais bem preparados para evitar acumulação de pessoas», disse o secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde.






«A vacinação dos profissionais está aquém do que desejamos e do que seria desejável. É uma situação paradoxal: estamos a ser eficazes a vacinar os outros e a dar indicação de vacinação, mas não estamos [os profissionais de saúde] a ser céleres a fazer a vacinação. Muitos de nós se têm esquecido que em contexto de infeção, os profissionais devem vacinar-se primeiro antes de vacinar os outros», disse.




«As crianças são um veículo muito eficaz de transporte e transmissão de infeções e vírus, pelo que levar um neto a visitar uma avó pode ter consequências desastrosas», salientou.