«Hoje vamos contactar os serviços do Ministério da Educação no sentido de ser retirada esta circular, para serem mantidas as regras com que os professores concorreram e, depois, evidentemente que se isso não acontecer, vamos suscitar o problema junto dos tribunais e apoiar as pessoas», disse à agência Lusa o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira.








«Esta circular surge no último dia, no dia em que terminava o prazo de validação das candidaturas. Agora, todas as escolas vão ter de rever o tempo de serviço dos professores», disse.


«Era o último dia do concurso. As pessoas concorreram com o tempo de serviço que é o tempo que a lei estabelece, que tem a ver com situações de doença, com situações em que tendo sido ultrapassados os 30 dias de doença, esse tempo venha a ser recuperado posteriormente e, agora, vem este esclarecimento que obriga à alteração às candidaturas», salientou.












A Agência Lusa contactou o Ministério da Educação, que remeteu uma resposta para mais tarde.