Palavras como “cartoon”, “grego”, “Catmandu”, “bullying” ou “TAP”, “refugiado”, “eleições” ou “estado islâmico” marcaram o ano na imprensa e fazem um retrato da realidade, de acordo com uma contagem do Pórtico da Língua Portuguesa.

O Pórtico fez uma recolha dos vocábulos com maior impacto nos órgãos de comunicação social, mês a mês, e inclui outros como “crime de guerra”, “pulseira eletrónica”, “camisa” ou “mito urbano”, que hoje deixaram de estar na moda mas que fizerem sucesso em algum momento ao longo do ano, refere a Lusa.

Em março, o movimento extremista Estado Islâmico destruiu a cidade histórica de Nimrud, no Iraque, uma ação que a UNESCO comparou a um “crime de guerra”, e, em maio, a divulgação de um vídeo com um aluno da Figueira da Foz a ser agredido por colegas trouxe para a discussão pública a questão do “bullying”.