“Foi julgado e condenado por burla, cumpriu pena e estava em liberdade condicional”, afirmou a mesma fonte.


“Neste banco, o indivíduo consumou um assalto e voltou mais duas vezes, mas os funcionários reconheceram-no e não abriram a porta”, declarou.


“Então, obrigou cada uma das funcionárias a fazer no Multibanco da agência um levantamento da respetiva conta pessoal do montante máximo permitido e ficou com esse dinheiro”, acrescentou.


“Felizmente, foi detetado a tempo quando estava a preparar mais assaltos”, declarou.