Sete pessoas morreram nas praias portuguesas entre 01 de maio e 30 de setembro, de acordo com um balanço divulgado esta quinta-feira pela Autoridade Marítima Nacional.

Dos sete casos mortais, seis ocorreram em praias não vigiadas, nomeadamente no Dragão Vermelho (na Costa da Caparica, concelho de Almada), Bom Sucesso (Óbidos), Formosa (Vila do Porto), São Roque (Ponta Delgada), Pelames (Povoação) e zona de Casal Ventoso (Leiria).

A sétima morte ocorreu na praia fluvial vigiada da Foz do Lizandro, na Ericeira, em Mafra.

Segundo o comunicado da Autoridade Marítima Nacional, entre maio e setembro os nadadores-salvadores realizaram 563 intervenções nas praias vigiadas e 781 nas praias não concessionadas contempladas por sistemas de vigilância que não abrangem todo o dia.

Foram ainda prestadas 905 assistências de primeiros socorros e 102 buscas com sucesso a crianças perdidas na praia.

Nos projetos de responsabilidade social que a Autoridade Marítima Nacional tem com vários parceiros, indicou, os elementos destacados nas 28 carrinhas oferecidas para patrulhamento das praias não vigiadas realizaram 595 intervenções, 742 assistências de primeiros socorros e 62 buscas com sucesso a crianças perdidas.

No âmbito do Projeto Fundação Vodafone, que ofereceu quatro motos de água, foram realizados 13 salvamentos marítimos.

O mesmo projeto ofereceu também 14 motos 4x4, que participaram em 126 intervenções, 583 assistências de primeiros socorros e 39 buscas a crianças.