O ministro da Saúde considera que a sua área não deve ter mais reduções a nível orçamental como consequência do chumbo do Tribunal Constitucional a três medidas do Orçamento do Estado.

Questionado sobre o alegado impacto deste chumbo no setor da Saúde, Paulo Macedo disse, esta quarta-feira, que ainda é prematuro adiantar cenários.

«Vamos analisar. Está pendente a especificação de alguns aspetos do acórdão [do Tribunal Constitucional]. Só depois de sabermos os impactos para este ano e o próximo é que o Governo tomará medidas», afirmou o ministro da Saúde.

O ministro recordou que «todos os portugueses têm feito sacrifícios e todos os setores têm tido bastantes exigências e de viver com orçamentos menores».

«Não desejo que a saúde nem acho que a saúde deva ter reduções», afirmou, à margem da cerimónia que assinala o 100.º transplante pulmonar no hospital de Santa Marta, em Lisboa.