A Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC) do município de Lisboa esclareceu esta sexta-feira que o júri do concurso das marchas populares «é soberano», num comentário ao protesto da marcha de Marvila

A marcha de Marvila colocou em causa o 12.º lugar conquistado no concurso das marchas populares que decorreu na noite de quinta-feira em Lisboa, que teve como vencedora a marcha de Alfama.

O diretor de programação cultural da EGEAC, Pedro Moreira, disse à agência Lusa que apenas recebeu «protesto verbal» da marcha de Marvila e sublinhou que «o pedido de esclarecimento formal será remetido ao júri, para que se possa pronunciar sobre os critérios que permitiram definir a classificação».

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«A EGEAC conhece verbalmente a argumentação da marcha de Marvila, que considera que o bairro não ficou bem classificado e não aceita o 12.º lugar. Ouvi-os e expliquei que não é a EGEAC que faz qualquer tipo de avaliação. Terá de ser sempre o júri a explicar os critérios, a EGEAC não tem qualquer tipo de intervenção», disse.