A Marinha, a Força Aérea, a Força Naval Permanente da NATO e a Força Marítima Europeia realizam entre hoje e dia 26 um exercício para testar um cenário de crise, considerado como o maior exercício feito em Portugal.

Em comunicado divulgado à imprensa, a Marinha portuguesa explica que no âmbito exercício vão participar 4.000 militares.

O objetivo do exercício é proporcionar às unidades envolvidas, nomeadamente forças navais, anfíbias e aéreas, treino para manterem os “seus elevados padrões de prontidão e interoperabilidade”, refere o documento.


Ao mesmo tempo, as unidades vão testar e colocar em prática os procedimentos e táticas associadas às várias disciplinas da guerra naval, incluindo vigilância naval, interdição marítima, desembarque anfíbio e operações integradas no combate ao terrorismo e pirataria.

O treino vai ser feito num cenário criado para efeito, tendo em conta o ambiente internacional e as atuais ameaças do mundo real.

No exercício, comandado pelo vice-almirante Pereira da Cunha, vão participar um total de 20 navios, oito dos quais estrangeiros, provenientes de Espanha, França, Holanda e Alemanha.

Participam igualmente os fuzileiros portugueses e espanhóis e ainda dois tipos de aeronaves da Força Aérea Portuguesa.