perdeu “uma grande colaboradora”,

“Tanto se dava com o papa como com a pessoa mais humilde da nossa paróquia”, disse Feytor Pinto à agência Lusa, recordando o trabalho que desenvolveu com Maria Barroso, que hoje morreu no Hospital da Cruz da Vermelha, em Lisboa, onde se encontrava internada.



“Ela própria dizia que a sua vida tentava ser sempre uma atitude de amor para com todos. Nunca teve necessidade de seguranças”, declarou.







Mulher apaixonada pelas causas da Humanidade



“Trata-se de uma mulher que se apaixonou pelas causas da Humanidade, nomeadamente a liberdade e a luta pela dignidade de todos, particularmente dos mais fracos”, afirmou à agência Lusa Jorge Ortiga.



“Era uma pessoa possuída de um espírito de respeito pela opinião alheia, aceitando a diferença”, continuou o arcebispo de Braga, realçando, ainda, o papel que teve junto do marido, “enfrentando variadíssimos problemas e dificuldades”.



“Creio que era uma pessoa que acreditava seriamente no valor da família como um valor estruturante para a sociedade no presente e no futuro”, adiantou Jorge Ortiga, para quem Maria Barroso foi também “uma mulher que soube ocupar os seus lugares, com competência e profissionalismo, seja no âmbito politico, seja particularmente como primeira-dama”.