«O facto de ele ser quem é influenciou a decisão do juiz Carlos Alexandre», disse.

«Ele não está acima da lei, mas também não pode estar abaixo da lei. Se ele não fosse quem é, não estaria preso», sublinhou.





«Eu nem sequer admitiria, à partida, que haveria uma decisão de prisão preventiva. Havendo, recorre-se», resumiu, recusando-se a especificar se pretende avançar para outras instâncias caso o recurso não tenha o sucesso pretendido.







«Isso não me interessa [para a estratégia de defesa] e, se quer que lhe diga, não é um facto tão relevante como pensa», respondeu a Judite de Sousa.








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