O Balcão Único da Defesa, inaugurado esta quarta-feira oficialmente, visa reduzir custos e vai concentrar a prestação de informações relativas a recrutamento, antigos combatentes e apoio ao emprego de ex-militares.

De acordo com ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, a adaptação das instalações do Palácio Bensaúde, Lisboa, teve um custo global de 230 mil euros, 25 por cento dos quais suportados pelo ministério, mas irá «permitir economias».

A abertura deste serviço implica o encerramento das antigas instalações na Rua Braancamp, Lisboa, adiantou Aguiar-Branco, frisando que a medida permite «uma economia de recursos», como refere a Lusa.

Segundo o ministro, que sublinhou o «cumprimento de uma promessa do Governo», existe a possibilidade de «no futuro» haver espaços para a mesma finalidade na Loja do Cidadão.

Aguiar-Branco afirmou esperar que a estrutura agora criada permita «recuperar tempo perdido» e reduzir o tempo para a prestação de informações pedidas pelos cidadãos.

O Balcão Único da Defesa está dividido por três secções: Antigos Combatentes, Centro de Informação e Orientação para a Formação e o Emprego e Dia da Defesa Nacional.

O serviço prevê, na primeira vertente, a prestação de informações sobre a atribuição de benefícios, entrega de requerimentos, contagem do tempo de serviço militar e informações específicas sobre apoios a deficientes militares.

Na segunda vertente, o objetivo é apoiar a procura de emprego de ex-militares em regime de voluntariado e contrato.

Quanto à terceira vertente, do Dia da Defesa Nacional, os cidadãos poderão naquele balcão obter as cédulas militares e pedir dispensas ou adiamentos.

O Balcão, inaugurado esta quarta-feira oficialmente pelo ministro da Defesa Nacional, entrou em funcionamento no início de janeiro.