As doenças e perturbações do aparelho respiratório são as patologias com maior percentagem de óbitos, logo seguidas das neoplasias, segundo os dados preliminares de 2012 sobre a morbilidade hospitalar no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O documento, elaborado pela Direção de Serviços de Informação e Análise da Direção-Geral da Saúde (DGS), as doenças e perturbações do aparelho respiratório foram responsáveis por 14.939 mortos.

Às neoplasias foram atribuídas 10.231 mortos, enquanto as doenças do aparelho circulatório foram responsáveis por 10.231 óbitos.

As doenças e perturbações do sistema nervoso causaram 5.157 mortos e 4.886 foram atribuídos a doenças e perturbações do aparelho digestivo.

O mesmo documento indica as infeções pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH) como a doença com demoras médias de internamento mais elevadas (19,6 dias), seguindo-se os traumatismos múltiplos significativos (17,29 dias), as queimaduras (16,69), transtornos mentais (16,63 dias), doenças e perturbações mentais (16,44 dias) e uso de álcool e droga (15,57 dias).

Esta avaliação refere que a demora média nos hospitais do SNS situou-se, no ano passado, em 3,5 dias. Por sexos, o número de utentes saídos foi mais elevado nas mulheres, representando 53,5 por cento do total.

Por grupos etários, os valores de demoras médias mais elevadas, pertenceram aos grupos etários de 65 ou mais anos, menos de 1 ano e 15-24 anos, com 4,35, 4,29 e 3,31 dias, respetivamente.