“A maioria dos europeus desconhece as penosas histórias das pessoas intersexo e as violações aos direitos humanos que elas enfrentam”, apontou Nils Muiznieks, em comunicado.






“As pessoas intersexo e as suas famílias devem ter direito a aconselhamento interdisciplinar e apoio e deve ser garantido o acesso aos registos médicos”, lê-se no relatório a que a Lusa teve acesso. 





“Os Estados membros devem fazer trabalho de investigação sobre a situação e sobre a necessidade de proteção dos direitos humanos das pessoas intersexo”, diz o Conselho da Europa, justificando que há ainda um grande desconhecimento em relação a esta matéria.