Seis dos nove arguidos que pertenciam ao «grupo de Chelas» ficaram em prisão preventiva e estão «fortemente indiciados» pelos crimes de associação criminosa e homicídio tentado, indicou hoje a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL).

Segundo a PGDL, os arguidos estão também indiciados pelos crimes de ofensas à integridade física qualificada, roubo, extorsões, arma proibida e aquisição de moeda falsa.

A PGDL adianta que os membros do grupo, vulgarmente conhecido por «grupo de Chelas», foram detidos no sábado pela PSP.

O grupo encontrava-se estruturado de forma a obter «implantação em estabelecimentos de diversão noturna, fazendo-o para domínio de negócios criminosos praticados com alarme social e com elevados proventos» para os seus membros, refere a página na internet da PGDL.

Os crimes foram praticados entre 2010 e finais de 2013.

A PGDL diz ainda que a investigação, a cargo da brigada de prevenção criminal da PSP, continua.