A Operação Hermes, da Guarda Nacional Republicana, que decorreu entre sexta-feira e domingo, registou nove mortos, mais seis que no mesmo período de 2014, e 544 acidentes nas estradas portuguesas, foi hoje anunciado.

O Major Paulo Gomes da GNR esteve no programa da TVI Diário da Manhã e falou sobre um dia negro nas estradas portuguesas, que considerou "atípico".
 

Sem avançar causas admitiu que em alguns casos pode ter "havido excesso de velocidade".





De acordo com os dados divulgados hoje, a 2.ª fase da Operação Hermes desta operação de segurança rodoviária, que decorreu entre 17 e 19 de julho, registaram-se 544 acidentes, menos 101 comparativamente à operação homóloga de 2014, houve menos um ferido grave (17) e menos 91 feridos ligeiros, num total de 156.

Foram ainda fiscalizados 12.892 condutores, tendo sido detidos 202, dos quais 162 por condução com uma taxa de álcool no sangue superior a 1,2 gramas por litro e 31 por falta de habilitação legal para conduzir.

A GNR passou ainda 4.461 contraordenações, das quais destaca 1.829 por excesso de velocidade, 403 por condução com uma taxa de álcool superior ao permitido por lei, 246 por falta ou por uso incorreto do cinto de segurança e ou sistema de retenção de crianças.

Em comunicado, a GNR revela ainda que 183 condutores foram autuados por falta de inspeção periódica obrigatória, 142 por uso indevido do telemóvel enquanto conduziam e 66 por falta de seguro.

A operação Hermes decorre durante todo o período de veraneio, de 03 de julho a 30 de agosto. O balanço da 1.ª fase, entre 04 e 06 de julho, da Operação Hermes contabilizou três mortes, 515 acidentes e 228 detenções.

Esta operação da GNR mobilizou cerca de 1.200 operacionais.