logotipo tvi24

Geração à rasca: protesto chegou ao Funchal

Menos pessoas do que se estava à espera

Por: Redacção / FC    |   2011-03-12 17:14

A Praça do Município do Funchal esteve muito longe de ficar cheia de pessoas pois muitos dos que haviam assumido o compromisso no Facebook acabaram por não compareceram na manifestação «Geração à rasca».

Pelas 15:00, a hora marcada para a concentração a praça da capital madeirense estava praticamente vazia, as expectativas eram de reunir cerca de 2.500 pessoas mas os presentes davam apenas para encher metade da praça, informa a agência Lusa.

Aos poucos, de diversos pontos, foram surgindo apoiantes, algumas caras conhecidas de partidos políticos e estruturas sindicais que fizeram questão de garantir que ali estavam apenas como cidadãos e muitos anónimos que juntaram por uma causa e na sequência do apelo lançado nas redes sociais para de forma pacifica protestar pela precariedade e a incerteza do futuro do país.

Apenas quatro polícias «passeavam» naquele quarteirão e um carro cheio de agentes da PSP estava estacionado numa das artérias com os policiais da Brigada de Intervenção Rápida (BIR), descontraídos, pois não foi necessário intervirem para garantir a ordem pública.

Cerca das 16:00 ao som da gaita de foles, os manifestantes começaram a abandonar a praça e percorreram algumas das ruas do Funchal até chegarem à Quinta Vigia.

Partilhar
EM BAIXO: Manifestação Geração à Rasca
Manifestação Geração à Rasca

O que García Márquez escreveu sobre o 25 de Abril
Escritor colombiano escreveu três reportagens sobre a revolução em Portugal em 1975
Suspeito de balear quatro mulheres «cortou pulseira e fugiu»
Homem já tinha um processo de violência doméstica e estava proibido de contactar a ex-mulher
Dois polícias feridos em operação contra o tráfico de droga
Um suspeito não respeitou as ordens da polícia e com a sua viatura albaroou dois carros da PSP
EM MANCHETE
Morreu Gabriel García Márquez
Escritor colombiano, vencedor do Prémio Nobel em 1982, morreu aos 87 anos. Um dos maiores autores do século XX deixa ao mundo muito mais que «Cem anos de Solidão»
O que García Márquez escreveu sobre o 25 de Abril
Gabo: a «crónica de uma morte anunciada» pelo mundo