Depois do Algarve, hordas de ingleses poderão invadir a Região Autónoma, famosa pela beleza natural e aquém do rebuliço dos habituais destinos de férias.

Para os açorianos entrevistados, as férias dos europeus que poderiam ocorrer, na melhor das hipóteses, uma vez por ano ou de dois em dois anos ficaram à possibilidade de um fim de semana. E é por isso que há já quem ande a investir em estruturas e atividades atrativas, que sejam sinónimo de lucro e emprego. Outros acreditam que os Açores, como sempre os conhecemos, vão deixar de existir.

 

O escritor encontrou uma luxemburguesa que emigrou para Santa Maria, também conhecida como o Algarve dos Açores, há quatro anos para escapar às multidões.

“Vai ser bom para os turistas, mas não para nós”, antecipou, prevendo que a única praia de areia branca do arquipélago, a Formosa, perca a sua pureza com a chegada do turismo de massas.