A Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) criou este domingo uma comissão de inquérito para apurar as causas do acidente no Rali Sprint de Guimarães que provocou a morte de três pessoas.

«A FPAK, face a gravidade do acidente ocorrido hoje durante a realização desta prova, criou uma Comissão de Inquérito com a finalidade de apurar as razões do sucedido», lê-se numa curta nota publicada pelo organismo.

A referida comissão é composta por Paulo Campos, em representação da FPAK, Carlos Cruz (Demoporto), Paulo Magalhães (Gondomar Automóvel Sport), Eduardo Crespo (Motor Clube Guimarães - organizador), Gonçalo Nuno (Comissário Técnico FPAK), Rui Silva (Comissário Técnico Clube Aventura do Minho) e José Pedro Leite (Comissário Desportivo FPAK).

Segundo a organização, o piloto que conduzia o carro acidentado, Hélder Macedo, foi levado para o hospital em estado de choque.

Em comunicado, o Motor Clube de Guimarães, clube organizador da prova, referiu que o acidente ocorreu «em zona de desaceleração, após a tomada de tempo e antes do stop, numa ligeira subida, por causas ainda desconhecidas».

O desporto automóvel «é um desporto perigoso, como é reconhecido pela Federação Internacional do Automóvel (FIA), como pela Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) que nas suas linhas mestras para as provas automobilísticas privilegia o fator segurança, seja para os pilotos como para os espetadores», lê-se no mesmo comunicado, em que o Motor Clube de Guimarães «lamenta profundamente o acidente» e envia os "mais sinceros pêsames» às famílias das vítimas.

O Rali Sprint de Guimarães é uma prova federada devidamente licenciada e que foi promovida pelo Motor Clube de Guimarães.