«Há crianças pobres porque estão em famílias pobres. As crianças ficaram sem meios de subsistência porque os seus pais perderam os postos de trabalho e os recursos financeiros para poder assegurar a subsistência e perderam determinados tipos de proteção social», acrescentou.


do terceiro relatório da Caritas, relativo a 2013

«Há dados que são bastante preocupantes e que têm a ver com o facto de ter aumentado a pobreza e a exclusão social relativamente aos anos anteriores em cerca de 2,1 pontos. Suplantamos até a Grécia e isso reflete bastante o aumento da pobreza infantil e o desemprego de longa duração», disse.
















«Pedimos investimento nas pequenas e médias empresas, que são as que nos vão salvar, mas também em serviços sociais e num rendimento mínimo para todas as pessoas porque o desemprego de longa duração será estrutural nos próximos anos, não se vai resolver, e precisamos de um rendimento mínimo que assegure a subsistência e a dignidade das pessoas», reporta a Lusa.