Apesar de estar confiante no desempenho do dispositivo, aquele responsável admitiu que a falta de duas equipas de sapadores florestais é "preocupante", por se verificar em áreas vulneráveis aos incêndios, o que representa menos dez operacionais e dois veículos que estavam "permanentemente" no terreno.




"Esta é uma vida de risco, o risco está presente, mas não podemos eliminá-lo, apenas minimizá-lo", defendeu, lembrando os oito combatentes mortos nos incêndios durante o ano de 2013.