“Neste momento, há dois Kamov que estão em processo para reparação e estão substituídos no dispositivo por outros quatro ligeiros e há três que estão em condições de voar, embora estejam envolvidos no processo de consignação à nova empresa que explorará a operação e manutenção dessas aeronaves”, disse à agência Lusa João Almeida.


como já havia anunciado a TVI24

“O processo obriga a uma paragem dos meios para que sejam avaliados pela nova empresa”, afirmou fonte da ANPC, adiantando que há questões processuais e administrativas que inviabilizam a operação das aeronaves.


“A prioridade, neste momento, inequívoca, é a questão operacional, [que] não pode de maneira nenhuma - e esta é a posição do Governo e a instrução que foi dada - ser posta em causa por questões administrativas”, disse à Lusa.