"Com o sistema nervoso (alterado), digo tudo e mais alguma coisa", afirmou o arguido, adiantando ainda que a mulher o perdoou e que "as coisas agora estão a correr melhor".







"Apesar de tal condenação e de ainda estar a decorrer o período de suspensão da execução da pena de prisão, o arguido persistiu em ingerir bebidas alcoólicas em excesso e em praticar factos na pessoa das ofendidas, idênticos àqueles pelos quais tinha sido condenado", diz o Ministério Público (MP).