«Não queria nada delas. Era só para assustar, mas correu mal», disse o arguido, confirmando que, alguns dias antes deste caso, tinha estado junto à casa das ofendidas, envergando um lençol branco e uma máscara de caveira, a bater à porta e a fazer barulhos com a voz para as assustar.


«Tinha razões para as assustar, porque tratavam sempre mal as pessoas quando passavam à porta», disse o suspeito.