António Costa diz que os meios aéreos de combate aos incêndios vão estar disponíveis a tempo e horas, “custe o que custar”.

O primeiro-ministro sublinhou, numa declaração aos jornalistas, esta sexta-feira, na sede da Autoridade Nacional de Proteção Civil, que há “cartéis que querem capturar o Estado”, mas que “o Estado não será capturado”.

Há uma coisa que gostaria de deixar claro: é que pode ser que as autoridades reguladoras e judiciais não hajam atempadamente para desfazer os cartéis que querem capturar o Estado, mas que o Estado não será capturado.”

O governante foi questionado sobre os helicópteros Kamov, assegurando que os meios aéreos vão estar prontos "a tempo e horas", pois "não é possível nem aceitável que alguém queira transformar a segurança das populações numa ameaça ao Estado".

Nós teremos os meios aéreos a tempo e horas, custe o que custar e vai custar porque não é possível nem aceitável que alguém queira transformar a segurança das populações numa ameaça ao Estado porque o Estado não está cá para deixar-se ameaçar assim."

António Costa falava aos jornalistas na Autoridade Nacional de Proteção Civil, em Carnaxide (Oeiras), tendo ao seu lado o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, após uma reunião de trabalho sobre a preparação do dispositivo especial de combate aos incêndios.